Crítica em grupo dos novos stop motions
Em aula, foi pedido que em grupo fosse refeita novas críticas das novas versões dos stopmotions. O meu grupo era composto mim, Max e Gabriel , e segue abaixo as novas críticas:
Max
O trabalho de Max ficou muito interessante pois utilizou da lógica programática de Flusser: as cenas são imprevisíveis. O uso de diversas cores, recortes e sons ampliou a exploração das imagens - som colaborou para a transição entre uma cena e outra. O contraste das cores roxo e amarelo no momento de ampliação da imagem traz também uma interessante exploração das cores e suas variações. Além disso, a abertura da imagem permite a visualização parcial do objeto sem revelá-lo completamente, de modo a garantir a não dominação do objeto.
Por outro lado, a transição para a tela marrom ficou por muito tempo, e o som demorou a aparecer em alguns momentos. O fundo na cena final aparece por muito tempo, de maneira estática.
Raquel
O trabalho de Raquel explora bem as fotografias dos colegas, criando novas imagens a partir delas. O vídeo se enquadra na lógica da programática, uma vez que não é possível prever o que acontece nas próximas cenas. Os sons contribuem para uma maior imersão no vídeo.
Entretanto, não há uma exploração do uso de cores. E algumas transições parecem não trazer a noção de movimento.
Gabriel
O vídeo de Gabriel surpreende na medida em que o espectador é subitamente apresentado a uma imagem concreta após ser bombardeado por apenas formas e linhas coloridas e aleatórias, indo de encontro com a ideia de programática. As ideias de abstração também são bem desenvolvidas no vídeo. A imagem em preto e branco contrasta muito bem com as cores fortes e marcantes no fundo preto. Ao mesmo tempo, a falta de sons e o tempo longo de duração deixam o trabalho monótono. Além disso, explora pouco as imagens produzidas em sala.


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